Índice
Será que não existe referência sobre a Primeira Visão nas publicações de 1830?
Perguntas
- Alega-se que "absolutamente não há registro da Primeira Visão antes de 1832." [1]
- Alega-se que "não há referência da história da Primeira Visão Canônica de 1838 publicada em nenhum material publicado em 1830."
- Alega-se que "nem mesmo um pedaço de literatura publicada (Mormon, não-mormon, ou antimormon) de 1830 menciona Joseph Smith tendo uma visão do ài e do Filho."
- Se a Primeira Visão de Joseph Smith de fato aconteceu, então por que não seria mencionada no jornal local da época? Considerando que tal registro não existe, seria isto evidência que a visão não aconteceu?
Conclusão
Há evidência de que pessoas estavam cientes de elemtnos da história da Primeira Visão na época de 1827.
A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias responde a estas questões (Inglês)
Na década de 1830, quando esta história foi escrita, aparentemente Joseph Smith ainda não havia apresentado s detalhes de sua primeira visão da Deidade. A história da Igreja, como era geralmente entendida, começou com as placas de ouro. John Whitmer mencionou em sua história "o início da história da Igreja; começando no momento do encontro das placas," sugerindo que Whitmer ou não estava ciente da visão de Joseph Smith ou não a considerou fundamental. 5 registros anteriores a 1832 apenas levemente sugerem as manifestações recebidas por Joseph Smith. As considerações históricas dos "artigos e convênios" de 1838, por exemplo, parecem referenciar a visão de Joseph Smith citando um momento que "foi verdadeiramente manifestado a este primeiro Élder, que ele havia recebido a remissão de seus pecados."6 Inicialmente, Joseph Smith talvez tenha considerado esta visão como uma experiência pessoal anexada a sua própria descoberta religiosa. Ele não estava acostumado a registrar eventos pessoais, e inicialmente ele não registrou a visão como fez posteriormente com os textos sagrados no centro de sua atenção. Apenas quando Joseph Smith expandiu seu foco para incluir registros históricos, ele escreveu um registro detalhado da experiência como jovem. O resultado era um simples registro de sua primeira "experiência maravilhosa", escrita amplamente em suas próprias mãos. O registro não foi publicado ou amplamente circulado na época, apesar de posteriormente ter contado a história mais frequentemente.
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Perguntas e respostas detalhadas
O Intérprete Foundation responde a estas questões
Na página 22 de sua carta, Runnells alega que "absolutamente não há registro da primeira visão antes de 1832. A resposta do website da FairMormon aponta um artigo no Palmyra Reflector de 1831 que indica a discussão da visão de Joseph Smith na época de 1830. Apontam também para a alusão de D&C 20, que data de 1830. Note que em sua resposta à FairMormon, Runnells altera o argumento sobre a Primeira Visão de "absolutamente não há registro" para "isto na verdade confirma o ponto que estou levantando de que a primeira visão era desconhecida para os Santos e o mundo antes de 1832. De fato, a maioria dos Santos não estavam cientes de uma primeira visão até que fosse publicado em 1842." Mas é claro, este não é o ponto que ele estava levantando. "Absolutamente não há registro" é o ponto que ele estava levantando. Sua resposta afunda em uma alegação muito diferente. Uma muito mais fácil de defender.
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Por que o Jornal de Palmyra não notou nada sobre a Primeira Visão?
Tal alegação de críticos é de fato estranha. Somos induzidos a acreditar que o jornal local da área consideraria uma alegação de um garoto de 14 anos como digna de confiança. Sabemos que Joseph nem mesmo contou à sua família, no momento em que ocorreu. Quando sua mãe perguntou, tudo o que ele disse é que descobriu que o Presbiterianismo não era verdadeiro.
Joseph de fato mencionou sua visão para um ministro Metodista. De acordo com Richard Bushman, a perseguição sofrida por Joseph por contar sua história talvez não seja por ter sido este uma alegação única. mas ao invés disso, porque era comum. De acordo com Bushman,
- Os clérigos das Igrejas tradicionais automaticamente recusavam qualquer relato visionário, não importando qual fosse seu conteúdo... A única mensagem aceitável dos céus era a segurança do perdão dos pecados e a promessa da graça. O relato de Joseph da rejeição de Deus a todos os credos e Igrejas teria soado muito familiar para o ministro Metodista, que repetiu o ponto convencional que "todas estas coisas cessaram com os apóstolos e que não haveria mais nada disso.[2]
Referências SUD
Vários comentaristas SUD - incluindo um membro do Quórum dos Doze Apóstolos - concordam que D&C 20:5 (parte dos Artigos e Conv~enios da Igreja) é a referência mais antiga publicada sobre a Primeira Visão.
Ver
- Hyrum M. Smith, Doctrine and Covenants Commentary (Liverpool: George F. Richards, 1919), 139.
- Robert L. Millet and Kent P. Jackson, eds., Studies in Scripture, Volume 1: The Doctrine and Covenants (Salt Lake City: Deseret Book, 1989), 110–11.
- Grant Underwood, “First Vision,” in Daniel H. Ludlow, ed., Encyclopedia of Mormonism (New York: Macmillan, 1992), 2:410.
- Stephen E. Robinson and H. Dean Garrett, A Commentary on the Doctrine and Covenants (Salt Lake City: Deseret Book, 2000), 1:130.
Os Artigos e Convênios da Igreja foram apresentados aos membros da Igreja e então publicados na seguinte ordem:
- Os Artigos e Convênios da Igreja são inicialmente apresentados verbalmente por Joseph SMith para a aprovação em uma Conferência da Igreja em Fayette, Nova York em Junho de 1830(ver Cannon and Cook, Far West Record, 1). A sequência seguinte se encontra nos Artigos e Convênios: (1) Perdão dos pecados, (2) envolvimento nas coisas vãs do mundo, (3) visita de um Anjo com relação às placas do Livro de Mórmon. Esta é a exata mesma sequência apresentada na história não publicada do Profeta em 1832 e o perdão de pecados vem durante o evento da primeira visão daquele documento.
- Os Artigos e Convênios da Igreja foram lidos em voz alta por Oliver Cowdery durante a Conferência da Igreja em 26 de Setembro de 1830 (ver Cannon and Cook, Far West Record, 3).
- Os artigos e Conv~enios da Igreja foram publicados em um jornal não afiliado à Igreja em Painesville, Ohio (Telegraph, 19 April 1831).
- Os Artigos e Convênios da Igreja foram publicaods em um jornal SUD em Independence, Missouri(Evening and Morning Star, vol. 1, no. 1, June 1832).
- Os Artigos e Convênios da Igreja foram publicaods em um jornal SUD em Independence, Missouri(Evening and Morning Star, vol. 2, no. 13, June 1833).
- O Livro de Mandamentos; o qual continha os Artigos e Convênios; foi publicado em Julho de 1833 em Independence, Missouri(capítulo 24, versos 6-7, página 48)
- Janeiro de 1835 Kirtland, Ohio reimpressão de um artigo chamado Evening and Morning Star que continha os "Artigos e Convênios" (reprint of Evening and Morning Star, vol. 1, no. 1, June 1832, 2; reprinted by Frederick G. Williams).
- A primeira edição de Doutrina e Convênios - que continha os Artigos e Convênios - foi publicada em Setembro de 1835 em Kirtland, Ohio(part 2, section 2, verse 2, pages 77-78).
- Janeiro de 1836 Kirtland, Ohio reimpressão de um artigo chamado Evening and Morning Star que continha os "Artigos e Convênios"(reprint of Evening and Morning Star, vol. 2, no. 1, June 1833, 1; reprinted by Oliver Cowdery).
Outras Referências
Há muitas outras referências significativas sobre a Primeira Visão em documentos publicados de 1830.
1827
- Um registro cético do Reverendo. John A. Clark misturou nove elementos da história da Primeira Visão com a história da chegada do Livro de Mórmon e disse que ele soube de todas elas no Outono de 1827, através de Martin Harris.(John A. Clark, Gleanings by the Way [Philadelphia: W. J. and J. K. Simmon, 1842],---).
- Um registro hostil de alguém que conhecia Joseph Smith em 1827 reportou:
- Eu, Joseph Capron, me tornei amigo de Joseph Smith no ano 1827 de nosso Senhor. Eles tem sido, desde então, um povo muito peculiar -- afeiçoados com a tolice e o extraordinário -- Uma hora viciados nas piores imoralidades -- em outra, possuindo as mais altas presunções de piedade e intercurso sagrado com o Deus todo poderoso. A família de Smith o tinha em alta estima como possuindo algum tipo de poder sobrenatural, o qual ele supostamente possuía.[3]
- Capron obviamente não gostava e não confiava nos Smiths, mas ele torna claro que havia alegações de comunicação sagrado[4] "Almighty God."
1831
- Missionários SUD estavam ensinando que Joseph Smith "via Deus frequentemente e pessoalmente" e recebia orientações Dele para ensinar a verdadeira religião (The Reflector, vol. 2, no. 13, 14 February 1831).[5]
1832
- Missionários SUD estaam ensinando com respeito a Joseph Smith: "Tendo se arrependido de seus pecados, mas não se envolvido com nenhuma denominação Cristã e estando em dúvida de qual era sua obrigação, ele apelou à oração" (The Fredonia Censor, vol. 11, no. 50, 7 March 1832).
- Em Outubro de 1832, outro ministro protestante escreveu a um amigo sobre os Santos dos Últimos Dias em sua área: "Eles professam ter conversas frequentes com anjos; algo como que se acreditarmos no que eles dizem, no Terceiro Céu, e conversar com o Senhor Jesus face a face[6]
1833
- Alguns meses depois, em Março de 1833, o Reverendo Richmond Taggart escreveu uma carta para um colega ministerial, com relação às atividades do próprio Joseph Smith em Ohio: "A seguinte ocorrência curiosa aconteceu na semana passada em Newburg [Ohio] cerca de 10 Km deste lugar [Cleveland]. Joe Smith o grande Mórmon estava lá. e entre as muitas coisas, ele disse ter visto Jesus Cristo e os Apóstolos e ter conversado com eles, e que poderia fazer milagres."[7] Aqui consta uma referência clara de Joseph Smith declarando ter visto Jesus Cristo. "As conversas de Joseph com os Apóstolos poderia ser referências a ter visto, falado e ter sido ordenado ao Sacerdócio pelos antigos Apóstolos Pedro, Tiago e João. Tendo recebido aquele Sacerdócio, Joseph era agora qualificado para realizar curas e outros 'milagres'.
- Um jornal de Missouri contém um artigo sobre uma reunião de grande porte dos Santos dos Últimos Dias em Julho de 1833, e se refere às "Supostas Revelações vinda dos céus... sua comunicação pessoal com Deus e seus anjos... conversa com Deus e seus anjos...[8]
- Philastus Hurlbut, seguindo sua excomunhão da Igreja em 1833, partiu para o Leste de Palmyra. Lá ele entrevistou muitos que afirmaram ter conhecido Joseph Smith antes da organização da Igreja. Entre estes entrevistados estavam alguns que deixaram declarações que nos provém mais informações sobre o que o profeta havia declarado naquele antigo período. Em 3 de Novembro de 1833, Barton Stafford testificou que Joseph havia "professado ser inspirado por Deus para traduzir o Livro de Mórmon." Stafford alegou ter os conhecido "até 1831, quando deixaram esse bairro". Cinco dias depois, em 8 de Novembro, Joseph Capron testificou que Joseph havia feito "as maiores pretensões de piedade e comunicação sagrada com o Deus todo Poderoso."[9] Em 1884 e 1885 Arthur B. Deming coletou declarações em Painesville, na área de Ohio, sobre os antigos Santos, e suas lembranças de Joseph Smith. Cornelius R. Stafford nasceu em Manchester, NY em 1833. Ele testificou que Joseph Smith "alegou ter recebido revelações de Deus."[10]
1834
1835
1836
- A referência da Primeira Visão por William W. Phelps foi novamente publicada como parte do Hino 25 no primeiro hinário dos Santos em Março de 1836(see Encyclopedia of Mormonism, 1176).
Quando os fragmentos publicados de 1830 da Primeira Visão são comparados com a então não publicada narrativa de 1838, se torna aparente que os registros das coisas de Joseph Smith permaneceu constante durante esta época e eram provavelmente mais amplamente conhecidos na populaçao SUD do que anteriormente reconhecido.
When the published 1830s fragments of the First Vision story are compared to the as-yet-unpublished 1838 recital, it becomes apparent that the Prophet's account of things stayed steady during this time frame and was probably known among a wider cross-section of the contemporary LDS population than has been previously acknowledged.
- 1834 - "O décimo quinto ano de sua vida" [Cowdery]
- 1838 - "Eu estava nessa época em meu décimo quinto ano"
- 1834 - "Havia um grande reavivamento concernente ao assunto de religião" [Cowdery]
- 1838 - "Havia no lugar que morávamos um reavivamento incomum no assunto de religião"
- 1834 - "as mentes de nossos irmãos se despertaram" [Cowdery]
- 1838 - "Minha mente foi induzida a sérias reflexões"
- 1834 - "Sua mãe, uma irmã, e dois de seus irmãos naturais, foram persuadidos a se unirem aos Presbiterianos" [Cowdery]
- 1838 - "A família de meu pai recebeu proselitismo da fé Presbiteriana"
- 1834 - "seu espírito não estava em paz fosse dia ou noite" [Cowdery]
- 1838 - "grande mal-estar... extrema dificuldade... meus anseios..."
- 1832 - "não se envolvendo com nenhum grupo dos Cristãos, devido ao grande número entre eles" [Missionaries]
- 1838 - "mantive separado de todos esses grupos"
- 1834 - "disseram a ele que eles estavam certos, e todos os demais errados" [Cowdery]
- 1838 - "quem estava certo e quem estava errado"
- 1834 - "um esforço geral foi feito pelos líderes das diferentes seitas" [Cowdery]
- 1838 - "sacerdote contendendo com sacerdote"
- 1834 - "Grandes adições foram feitas aos Metodistas, Presbiterianos e Igrejas Batistas" [Cowdery]
- 1838 - "multidões se uniram aos diferentes grupos religiosos"
- 1835 - "o mundo permanece em escuridão" [Phelps]
- 1838 - "Cheguei à conclusão de que deveria permanecer em escuridão"
- 1835 - "ele buscou o melhor meio" [Phelps]
- 1838 - "Um dia eu estava lendo a Epístola de Tiago"
- 1832 - "estando em dúvida sobre qual era sua obrigação" [Missionaries]
- 1838 - "Frequentemente disse a mim mesmo, o que devo fazer?"
- 1832 - "Ele apelou a oração" [Missionaries]
- 1838 - "Me ajoelhei e comecei a oferecer a Deus os desejos de meu coração"
- 1831 - "ele viu a Deus... pessoalmente" [Missionaries]
- 1838 - "Vi dois personagens... Um deles me chamando pelo nome disse apontando para o outro 'Este é Meu Filho amado, Ouve-O'"
Aqui então consta vários testemunhos antigos de fontes SUD e fontes não SUD, confirmando que Joseph Smith e/ou os missionários estavam falando sobre Joseph conversando com Jesus Cristo, anjos, Apóstolos (Pedro, Tiago e João) e o "Deus Todo Poderoso." Evidentemente os Santos estavam fazendo muito mais, falando sobre essas coisas, do que críticos querem que seus leitores saibam.
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Notas
- ↑ Jeremy Runnells, Letter to a CES Director. www.cesletter.com
- ↑ Richard L. Bushman, Joseph Smith: Rough Stone Rolling (New York: Knopf, 2005), 41.
- ↑ Joseph Capron affidavit, 8 November 1833; in Eber D. Howe, Mormonism Unvailed (Painesville, OH, 1834), 258-259. (Affidavits examined)
- ↑ Noah Webster, An American Dictionary of the English Language (New York: S. Converse, 1828), s.v. "intercourse." off-site off-site defines the term as simply "[1] Communication....[2] Silent communication or exchange."
- ↑ Regarding the reference in the Palmyra Reflector, Richard Abanes, in his anti-Mormon work Becoming Gods, boldly declares in the main body of his text on page 34 that "[n]ot a single piece of published literature" mentions the First Vision, yet in an endnote at the back of the book on page 338 acknowledges this newspaper account. He attempts to dismiss this by claiming that the reference is "vague," yet acknowledges that "as early as 1831 Smith might have been starting to privately tell select persons that he had at some point seen God."
- ↑ Rev. B. Pixley, Christian Watchman, Independence Mo., October 12, 1832; in Among the Mormons. Historic Accounts by Contemporary Observers, Edited by William Mulder and A. Russell Mortensen (New York: Alfred A. Knopf, 1958): 74. This article by Pixley was reprinted in Independent Messenger (Boston, Mass.) of November 29, 1832; also in Missouri Intelligencer (Columbia, Mo.), and the American Eagle (Westfield, New York). Cited also in Hyrum Andrus, Joseph Smith, The Man and The Seer (Salt Lake City: Deseret Book Company, 1960), 68, note 46. It is not clear what Rev. Pixley was referring to by the comment about the third heaven, though it may refer to the Vision of the Three Degrees of Glory [D&C 76:], which had been received February 1832, and published in July in the Evening and Morning Star, in Kirtland, Ohio. Verse 20 indicates that “we beheld the glory of the Son, on the right hand of the Father….”
- ↑ Richmond Taggart to the Reverend Jonathan Goings, 2 March 1833, 2, Jonathon Goings Papers, American Baptist Historical Society, Rochester, New York, quoted in Hurlbut. Dan Vogel (editor), Early Mormon Documents (Salt Lake City, Signature Books, 1996–2003), 5 vols, 1:205. See also Gregory A. Prince, Power from on High: The Development of Mormon Priesthood (Salt Lake City: Signature Books, 1995), 8.
- ↑ Missouri Intelligencer (August 10, 1833); quoted in John A. Widtsoe, Evidences and Reconciliations: Aids to Faith in a Modern Day, arranged by G. Homer Durham (Salt Lake City: Bookcraft, 1960), 337. GospeLink (requires subscrip.)
- ↑ Dan Vogel (editor), Early Mormon Documents (Salt Lake City, Signature Books, 1996–2003), 5 vols, 2:22, 24. Original in Eber D. Howe, Mormonism Unvailed (Painesville, OH, 1834), 251&ndash 252, and 258–260, respectively. (Affidavits examined)
- ↑ Dan Vogel (editor), Early Mormon Documents (Salt Lake City, Signature Books, 1996–2003), 5 vols, 2:107. Original in Predefinição:CriticalWork:Deming:Naked Truths About Mormonism